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Oi, boas-vindas
à Mixtape #23

Meu nome é Giovanna Cianelli, e, toda semana, você vai receber uma playlist com músicas selecionadas a partir da minha pesquisa musical. A ideia é explorar sons de diferentes países, gêneros e épocas.

Essa seleção começa com a melancolia ensolarada de Girls em "Oh So Protective One", faixa do EP Broken Dreams Club. Na sequência, o indie pop radiante de The Cigarettes em "Here Comes Love, Tenderness and Kindness", vindo de um álbum cujo título já entrega o clima: The Sky’s Not Blue It’s Happy. O trio japonês trabalha com simplicidade, mas entrega melodias que ficam na cabeça.

Oi, boas-vindas
à Mixtape #23

Meu nome é Giovanna Cianelli, e, toda semana, você vai receber uma playlist com músicas selecionadas a partir da minha pesquisa musical. A ideia é explorar sons de diferentes países, gêneros e épocas.
Large text.Essa seleção começa com a melancolia ensolarada de Girls em "Oh So Protective One", faixa do EP Broken Dreams Club. Na sequência, o indie pop radiante de The Cigarettes em "Here Comes Love, Tenderness and Kindness", vindo de um álbum cujo título já entrega o clima: The Sky’s Not Blue It’s Happy. O trio japonês trabalha com simplicidade, mas entrega melodias que ficam na cabeça.
American Flyer aparece com "Lady Blue Eyes", faixa produzida por ninguém menos que George Martin, o lendário produtor dos Beatles. O grupo foi um superprojeto folk rock dos anos 1970 que, embora tenha passado despercebido por muita gente, deixou discos lindamente arranjados.

Na linha do jazz etéreo, Hiroki Ishiguro contribui com "UNITY", uma faixa meditativa. O álbum KOH MAITON é inspirado em paisagens tropicais e ideias de união entre corpo e espírito, quase como uma viagem sonora introspectiva.
American Flyer aparece com "Lady Blue Eyes", faixa produzida por ninguém menos que George Martin, o lendário produtor dos Beatles. O grupo foi um superprojeto folk rock dos anos 1970 que, embora tenha passado despercebido por muita gente, deixou discos lindamente arranjados.

Na linha do jazz etéreo, Hiroki Ishiguro contribui com "UNITY", uma faixa meditativa. O álbum KOH MAITON é inspirado em paisagens tropicais e ideias de união entre corpo e espírito, quase como uma viagem sonora introspectiva.
Randall Stephens entra com "Golden Strings", evocando o gospel instrumental e a soul music dos anos 1960 com cordas dramáticas e clima cinematográfico. Já Lesiman, pseudônimo do compositor italiano Paolo Renosto, traz "Messaggio", joia da chamada library music, trilha instrumental para TV e cinema dos anos 1970.

Randall Stephens entra com "Golden Strings", evocando o gospel instrumental e a soul music dos anos 1960 com cordas dramáticas e clima cinematográfico. Já Lesiman, pseudônimo do compositor italiano Paolo Renosto, traz "Messaggio", joia da chamada library music, trilha instrumental para TV e cinema dos anos 1970.

Do jazz britânico com pé no progressivo, vem "Drowned Village", de Magician com participação da saxofonista Barbara Thompson, pioneira entre as mulheres no jazz europeu. 

O mestre Alessandro Alessandroni aparece com "Tema di Susie", trilha obscura de um policial italiano dos anos 1970. Alessandroni é conhecido como o assoviador oficial dos westerns de Morricone, mas aqui mostra um lado mais suave e contemplativo.
Do jazz britânico com pé no progressivo, vem "Drowned Village", de Magician com participação da saxofonista Barbara Thompson, pioneira entre as mulheres no jazz europeu. 

O mestre Alessandro Alessandroni aparece com "Tema di Susie", trilha obscura de um policial italiano dos anos 1970. Alessandroni é conhecido como o assoviador oficial dos westerns de Morricone, mas aqui mostra um lado mais suave e contemplativo.
Na reta final, temos o instrumental "ESTANTE DE LIVROS" de FBC, Pedro Senna e Ugo Ludovico. Sem a voz de FBC, o arranjo ganha protagonismo, revelando uma arquitetura sonora complexa e delicada. Fechando, a beleza fria de "Annalena", de Daniel Ögren, que mistura jazz escandinavo com memórias afetivas distorcidas — como se fosse a trilha sonora de uma lembrança.
Na reta final, temos o instrumental "ESTANTE DE LIVROS" de FBC, Pedro Senna e Ugo Ludovico. Sem a voz de FBC, o arranjo ganha protagonismo, revelando uma arquitetura sonora complexa e delicada. Fechando, a beleza fria de "Annalena", de Daniel Ögren, que mistura jazz escandinavo com memórias afetivas distorcidas — como se fosse a trilha sonora de uma lembrança.

Espero que curtam e até a próxima semana!

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