Narrar e organizar a experiência pessoal no tempo.

Narrar e organizar a experiência pessoal no tempo.

14 de fevereiro
(sábado)

9h45
às 12h

via
 Zoom

14 de fevereiro

(sábado)

10h30
às 12h

Online

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1. Contar histórias: necessidade ou procedimento estético?

Entre necessidade, desejo e ilusão, narrar é uma exigência estrutural da existência ou uma forma estética entre outras? Partindo da hipótese de que a identidade se constrói por meio de narrativas, nesta aula, Camila von Holdefer vai investigar a noção de self narrativo como modo de organizar a experiência pessoal no tempo com base em suas pesquisas em filosofia da mente e literatura.

2. Um mergulho nas ligações entre filosofia e literatura.

A partir de nomes como Annie Ernaux e Siri Hustvedt, vamos analisar exemplos de obras literárias e de personagens ficcionais com atenção ao modo como certas estratégias e recursos narrativos moldam — ou até colocam em xeque — a identidade pessoal. Também passaremos por autores da filosofia analítica contemporânea que tematizam tensões e limites da ideia de self narrativo, como Daniel Dennett e Marya Schechtman.

3. Com Camila von Holdefer, tradutora e crítica cultural.

Doutoranda em filosofia, pesquisa sobre a noção de experiência em William James. Atua em consciência, inferência ativa, percepção, corporeidade e construção do self; e também em estética e filosofia da literatura, em particular narrativas em primeira pessoa e formas do fluxo de consciência. Como tradutora, Camila verteu ao português obras de Patti Smith, Bernardine Evaristo, Zadie Smith e Joan Didion, entre outras.

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Camila von Holdefer

Doutoranda em filosofia na UFRGS, com pesquisa sobre a noção de experiência em William James e suas implicações para debates contemporâneos em filosofia da mente. Também é mestranda em neurociências pela mesma instituição, com investigação teórica sobre modelos contemporâneos de explicação da consciência. Atua em consciência, inferência ativa, percepção, corporeidade e construção do self; e também em estética e filosofia da literatura, em particular narrativas em primeira pessoa e formas do fluxo de consciência.

Além disso, se dedica à produção de escrita ensaística e crítica cultural. Como tradutora, verteu ao português obras de autoras como Patti Smith, Bernardine Evaristo, Zadie Smith e Joan Didion.