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Oi, boas-vindas
à Mixtape #50
Meu nome é Giovanna Cianelli, e, toda semana, você vai receber uma playlist com músicas selecionadas a partir da minha pesquisa musical. A ideia é explorar sons de diferentes países, gêneros e épocas.
A mixtape dessa semana começa declarando território com Light Touch Band e “Chi - C - A - G - O (Is My Chicago)”, e vou confessar que essa quase virou uma edição especial Chicago, que descobri também que é um polo de coisas que eu gosto.
Oi, boas-vindas
à Mixtape #50
Meu nome é Giovanna Cianelli, e, toda semana, você vai receber uma playlist com músicas selecionadas a partir da minha pesquisa musical. A ideia é explorar sons de diferentes países, gêneros e épocas.
A mixtape dessa semana começa declarando território com Light Touch Band e “Chi - C - A - G - O (Is My Chicago)”, e vou confessar que essa quase virou uma edição especial Chicago, que descobri também que é um polo de coisas que eu gosto.
O clima esquenta com Mumbo Jumbo em “Wind It Up”, e, na sequência, Holly Maxwell desacelera o passo com “Only When You’re Lonely”, um soul noturno e elegante.
Chicago entra com “Street Player”, aquele clássico que atravessou décadas e pistas, conectando o soul orquestrado dos anos 1970 à cultura club que viria depois. Esse fio fica ainda mais claro em General Crook, com “What Time It Is (Part II + Part I)” na edição do Bill Brewster, em que o passado disco encontra o olhar curatorial contemporâneo.
O clima esquenta com Mumbo Jumbo em “Wind It Up”, e, na sequência, Holly Maxwell desacelera o passo com “Only When You’re Lonely”, um soul noturno e elegante.
Chicago entra com “Street Player”, aquele clássico que atravessou décadas e pistas, conectando o soul orquestrado dos anos 1970 à cultura club que viria depois. Esse fio fica ainda mais claro em General Crook, com “What Time It Is (Part II + Part I)” na edição do Bill Brewster, em que o passado disco encontra o olhar curatorial contemporâneo.
A mixtape então abre o mapa: Art Ensemble of Chicago leva o jazz da cidade pra Paris com “Thème de Yoyo”, num momento de liberdade total, enquanto Yamasuki injeta psicodelia pop e estranha em “Yama Yama”, quase como um delírio coletivo europeu de apropriação cultural asiática dos anos 1970.
Depois, ouvimos Alogte Oho & His Sounds of Joy em “Mam Yinne Wa”, e, em seguida, Robert Palmer em “Johnny and Mary”. Conheci essa música na última semana e amei a sensação estranha de ouvi-la pela primeira vez.
Fechamos na Lua com Os Brazões e seu “Módulo Lunar”.
Até a próxima.
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