É membro do Clube? Faça login para acessar o conteúdo.

Oi, boas-vindas
à Mixtape #44

Meu nome é Giovanna Cianelli, e, toda semana, você vai receber uma playlist com músicas selecionadas a partir da minha pesquisa musical. A ideia é explorar sons de diferentes países, gêneros e épocas.

Esta é a primeira playlist de dezembro, e ela vem com uma brisa que lembra tranquilidade e, talvez, um possível descanso no final do ano pra gente renovar as energias. A mixtape desta semana nasce justamente desse espírito: uma mistura de descobertas afetivas, soul esquecido, pop latino luminoso e jazz espiritual que abre espaço para respirar antes que o ano termine.

Oi, boas-vindas
à Mixtape #44

Meu nome é Giovanna Cianelli, e, toda semana, você vai receber uma playlist com músicas selecionadas a partir da minha pesquisa musical. A ideia é explorar sons de diferentes países, gêneros e épocas.
Esta é a primeira playlist de dezembro, e ela vem com uma brisa que lembra tranquilidade e, talvez, um possível descanso no final do ano pra gente renovar as energias. A mixtape desta semana nasce justamente desse espírito: uma mistura de descobertas afetivas, soul esquecido, pop latino luminoso e jazz espiritual que abre espaço para respirar antes que o ano termine.
Abrimos com a doçura irresistível de David R. Trask em “I Can’t Help but Love”, aquele tipo de soul que parece ter sido prensado com um raio de sol dentro. Na sequência, o duo colombiano Elia y Elizabeth aparece com “Descripción”, leve como brisa quente de fim de tarde, te colocando num lugar onde tudo brilha um pouco mais.
Abrimos com a doçura irresistível de David R. Trask em “I Can’t Help but Love”, aquele tipo de soul que parece ter sido prensado com um raio de sol dentro. Na sequência, o duo colombiano Elia y Elizabeth aparece com “Descripción”, leve como brisa quente de fim de tarde, te colocando num lugar onde tudo brilha um pouco mais.
A mixtape então muda de textura: Budgie entra com a deliciosa estranheza de “Confession 2”, um pequeno labirinto de guitarras e grooves tortos que prepara terreno para o universo sintético e hipnótico de Joel Vandroogenbroeck em “Rock Program”. Duas faixas que soam como se alguém tivesse deixado um computador dos anos 1970 sonhar enquanto gravava.

Depois, mergulhamos num mini bloco do amor reinterpretado: a releitura envolvente de Barry Biggs em “Love Come Down” e o clássico disco slow-burn de Claudja Barry em “Love for the Sake of Love”, aqui na versão estendida de Tom Moulton — praticamente um estado de espírito.
No final, abrimos espaço para a expansão: Pharoah Sanders, sempre ele, com “Love Is Everywhere”, lembrando que, às vezes, uma faixa é mais mantra do que música. Fechamos com o soul instrumental cintilante de Harold Fisher em “Mercury” e com a brisa de Mulatu Astatke na faixa “Ené Alantchie Alnorem". 
No final, abrimos espaço para a expansão: Pharoah Sanders, sempre ele, com “Love Is Everywhere”, lembrando que, às vezes, uma faixa é mais mantra do que música. Fechamos com o soul instrumental cintilante de Harold Fisher em “Mercury” e com a brisa de Mulatu Astatke na faixa “Ené Alantchie Alnorem". 
Vamos com calma que está acabando.
Até a próxima!

 — Giovanna

É membro do Clube? Faça login para acessar o conteúdo.