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Oi, boas-vindas
à Mixtape #42

Meu nome é Giovanna Cianelli, e, toda semana, você vai receber uma playlist com músicas selecionadas a partir da minha pesquisa musical. A ideia é explorar sons de diferentes países, gêneros e épocas.

A playlist de hoje tem um certo déjà vu. A gente teve o especial Typical Girls não faz tanto tempo, mas uma mensagem que recebi essa semana me fez voltar no tempo e para essa temática: surgiu a chance de retomar minha banda depois de dez anos. Isso trouxe de volta uma versão minha que eu tinha meio que esquecido. O que eu ouvi durante essa última semana, e que vou dividir com vocês, é uma mistura de novidades undergrounds e clássicos obscuros. Estejam prontos para músicas bem animadas (hehe).

Oi, boas-vindas
à Mixtape #42

Meu nome é Giovanna Cianelli, e, toda semana, você vai receber uma playlist com músicas selecionadas a partir da minha pesquisa musical. A ideia é explorar sons de diferentes países, gêneros e épocas.
A playlist de hoje tem um certo déjà vu. A gente teve o especial Typical Girls não faz tanto tempo, mas uma mensagem que recebi essa semana me fez voltar no tempo e para essa temática: surgiu a chance de retomar minha banda depois de dez anos. Isso trouxe de volta uma versão minha que eu tinha meio que esquecido. O que eu ouvi durante essa última semana, e que vou dividir com vocês, é uma mistura de novidades undergrounds e clássicos obscuros. Estejam prontos para músicas bem animadas (hehe).
Começa com Kate Fagan e “I Don’t Wanna Be Too Cool”, um hino proto-punk de 1980 que já chega avisando: não é sobre ser cool, é sobre fazer o que quiser. Na sequência, o pós-punk ansioso de C.C.T.V. em “Paranoia” e a neo-dub sedosa da Hollie Cook em “Sugar Water”, porque rebeldia também habita outros ritmos.
Começa com Kate Fagan e “I Don’t Wanna Be Too Cool”, um hino proto-punk de 1980 que já chega avisando: não é sobre ser cool, é sobre fazer o que quiser. Na sequência, o pós-punk ansioso de C.C.T.V. em “Paranoia” e a neo-dub sedosa da Hollie Cook em “Sugar Water”, porque rebeldia também habita outros ritmos.

O clima esquenta com “True Killer”, da Sneaks, minimalista e insolente, e depois com “No Aloha”, das The Breeders, que sempre soaram como garotas que não esperam ninguém dar play. “Chick Habit”, da April March, aparece como aquele momento de filme em que você anda pela rua com óculos escuros determinado a fazer besteira (com classe).

Daí pra frente a gente vai num ritmo bem frenético: “Tell You Now”, do Le Tigre; “Gimme Brains”, da Bratmobile, que lembra que o punk sempre foi melhor quando feminino e malcriado; “Kung Fu Girls”, da Blondie; e “Jade Stones”, do System Olympia, pra fechar. Confesso que desde a playlist da semana passada, em que coloquei “Shy Shy”, da System e P Nut, estou viciada na diva italiana Olympia.
Daí pra frente a gente vai num ritmo bem frenético: “Tell You Now”, do Le Tigre; “Gimme Brains”, da Bratmobile, que lembra que o punk sempre foi melhor quando feminino e malcriado; “Kung Fu Girls”, da Blondie; e “Jade Stones”, do System Olympia, pra fechar. Confesso que desde a playlist da semana passada, em que coloquei “Shy Shy”, da System e P Nut, estou viciada na diva italiana Olympia.

Espero que curtam e até a próxima.


Giovanna